Conta uma antiga história que no processo final da criação do Universo os Deuses se reuniram preocupados com a possibilidade do Ser Humano um dia tornar-se absolutamente consciente de sua potencialidade e em conseqüência disso resolver exercer sua divindade. Isso seria comprometedor para a posição dos Deuses e assim decidiram esconder da raça Humana o que de mais valioso lhe pertencia: a centelha divina da felicidade.
Conhecedores de que o Homem empreenderia uma busca incansável atrás da Felicidade, entenderam que precisavam encontrar um lugar para escondê-la de forma que enquanto os Seres Humanos estivessem ocupados em procurá-la não se preocupassem jamais em ocupar o lugar destinado aos Deuses.
Muitas possibilidades surgiram:
Um dos Deuses logo sugeriu: Que tal escondê-la no fundo do mar?
Depois de alguma consideração chegaram à conclusão que aquele não era o lugar adequado, pois certamente o Ser Humano com sua inteligência, desenvolveria tecnologias que o levasse ao fundo do mar.
Novamente outra sugestão: Que tal esconder a felicidade no topo da montanha mais alta?
Concluíram novamente que o ser humano, forte que era... chegaria ao topo de todas as montanhas e encontraria a Felicidade.
Pensaram então em muitos outros lugares... mas todos eles seriam certamente objeto de pesquisa do Ser Humano, e cedo ou tarde os Homens acabariam encontrando a tão desejada felicidade.
De repente um dos Deuses falou:
"Já sei, esconderemos a centelha da felicidade dentro de seus corações... eles estarão tão ocupados procurando por ela nos lugares onde ela não está, que jamais pensarão em voltarem-se para si mesmos. E, para que esta centelha seja incandescida os Homens precisarão manter seus olhos e ouvidos livres dos véus da ilusão, precisarão abandonar a falsa idéia de que precisam sempre e indefinidamente de muito mais do que tem para serem plenos! Viverão plenamente o estado de Felicidade a medida que aprenderem a contemplar a simplicidade e a beleza de tudo o que o Universo lhes oferece diaria e gratuitamente."
E assim o fizeram... desde aquele tempo a centelha divina da felicidade habita o coração do Homem à espera de ser incandescida.
Adaptação de uma história de tradição oral.
Somos todos criadores da nossa própria realidade. Ao mudarmos
os aspectos internos de nossa mente, podemos mudar os aspectos externos de nossa
vida!
ERROS
A vida não tem rascunho!
Essa é uma verdade incontestável.
Não dá para ensaiar, planejar e viver a certeza de que o show vai acontecer exatamente como o script.
O show da vida é como um caderno onde vamos, a cada momento, escrevendo nossa história...
Só que a tinta da caneta que usamos não aceita borracha, e as folhas desse caderno não podem ser arrancadas.
O que foi escrito, está e continuará sempre escrito no caderno da nossa vida.
É isso que faz de todos nós, seres passíveis de erros.
Erros que jamais poderão ser apagadas, erros cujos resultados muitas vezes não poderão ser corrigidos.
Não tem como voltar atrás!
Errou, errou.
Paciência, chora a dor do erro, grita a frustração por não ter acertado e encerra a história com um luminoso e bem definido ponto final ¤
Daí, começa a escrever outra história.
Mas lembre-se de reservar sempre um tempinho para reler as histórias antigas...
E assim, tentar ao menos, escrever novos erros...
Já que no jogo da vida os erros são inevitáveis...
Que tal buscarmos um jeito de viver sempre novos e diferentes erros?
Ma. Amália Martin
“Cometa quantos erros forem precisos...
Apenas não cometa o mesmo erro duas vezes, e assim você estará crescendo”
Osho
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nossa vc parece ser uma loirinha muito simpatica , com ideias muito interessantes e muito bonitinha mesmo..deve ser muito facil de incandecer a chama da felicidade estando ao seu lado...devem ser pessoas de muita sorte as que estão por perto da sua presença...
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